
A importância dos castelos na defesa do território português ao longo dos séculos XII e XIII
Uma das propostas de trabalho, desenvolvidas em História e Geografia de Portugal, foi um trabalho de pesquisa sobre a importância que os castelos tiveram, na formação, alargamento e consolidação da independência de Portugal.
Os castelos foram, durante toda a Idade Média, as principais unidades de defesa do território português. Eram construídos em lugares altos para dificultar os ataques dos inimigos; possuíam torres e muralhas entrecortadas, altas e grossas, feitas de pedra, difíceis pois de transpor ou derrubar.
Muitos castelos foram erguidos sobre os vestígios de castros da época dos Celtas e Celtiberos, que construíam os seus povoados em locais altos e que foram depois aproveitados pelos Romanos e Muçulmanos. Durante o período da Reconquista Cristã muitas dessas construções foram aproveitadas, alargadas e reforçadas.
Das torres, principalmente da de menagem, os seus ocupantes tinham um alargado campo de visão o que facilitava a detecção dos ataques dos inimigos com alguma antecedência, o que dava tempo à preparação da defesa e ao refugio dos camponeses dos arredores.
Das muralhas entrecortadas (ameias) os arqueiros atacavam e protegiam-se mais facilmente sem serem atingidos pelos projécteis dos inimigos.
A construção era resistente e alta, o que não permitia a entrada directa da infantaria e da cavalaria inimiga.
Os atacantes de modo a forçar a sua entrada no castelo eram obrigados a elaborar planos de assalto em que tinham de incluir unidades pesadas como aríetes, torres de assalto, cobertas de peles de cabra molhadas, e catapultas, o que tornava o ataque difícil de executar pois estas máquinas eram difíceis de transportar.
Nos séculos XII e XIII, durante o combate com os Mouros, os castelos apresentaram um papel fulcral na defesa dos territórios conquistados e dominados pelos portugueses, devido às suas potencialidades anteriormente mencionadas.
Ricardo Dias
Muitos castelos foram erguidos sobre os vestígios de castros da época dos Celtas e Celtiberos, que construíam os seus povoados em locais altos e que foram depois aproveitados pelos Romanos e Muçulmanos. Durante o período da Reconquista Cristã muitas dessas construções foram aproveitadas, alargadas e reforçadas.
Das torres, principalmente da de menagem, os seus ocupantes tinham um alargado campo de visão o que facilitava a detecção dos ataques dos inimigos com alguma antecedência, o que dava tempo à preparação da defesa e ao refugio dos camponeses dos arredores.
Das muralhas entrecortadas (ameias) os arqueiros atacavam e protegiam-se mais facilmente sem serem atingidos pelos projécteis dos inimigos.
A construção era resistente e alta, o que não permitia a entrada directa da infantaria e da cavalaria inimiga.
Os atacantes de modo a forçar a sua entrada no castelo eram obrigados a elaborar planos de assalto em que tinham de incluir unidades pesadas como aríetes, torres de assalto, cobertas de peles de cabra molhadas, e catapultas, o que tornava o ataque difícil de executar pois estas máquinas eram difíceis de transportar.
Nos séculos XII e XIII, durante o combate com os Mouros, os castelos apresentaram um papel fulcral na defesa dos territórios conquistados e dominados pelos portugueses, devido às suas potencialidades anteriormente mencionadas.
Ricardo Dias

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